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Talvez devido a um certo risco envolvido na actividade, este é o único tipo de cozinha a que um verdadeiro Homem se deve dedicar:
"A cozinha fora de casa"...
Quando um homem aceita fazer um Barbecue, a seguinte cadeia de acções põe-se em marcha:
1) A mulher compra os alimentos
2) A mulher faz as saladas, prepara as batatas fritas, o arroz e a sobremesa.
3) A mulher prepara a carne para ser assada, tempera-a, coloca-a numa travessa e leva-a ao homem que já está á espera ao pé da grelha, de cerveja fresca na mão.
Aqui vem a parte realmente importante da questão:
** 4) O homem ... coloca a carne na grelha **
5) A mulher vai para dentro e põe a mesa
6) A mulher apercebe-se que o homem está com os outros homem a contar anedotas e vem cá fora a correr a avisar que a carne se está a queimar
7) O homem aproveita e pede-lhe mais umas cervejinhas fresquinhas
8) A mulher vem cá fora trazer as cervejas e uma travessa e é então que vem a segunda parte importante do processo,
** 9) O homem ... tira a carne da grelha e entrega-a à mulher **
10) Depois de comerem, a mulher tira a mesa, lava a louça, arruma a cozinha e lava a grelha
11) Toda gente dá os parabéns ao homem pela fantástica refeição que ele preparou
12) O homem pergunta à mulher se lhe soube bem o tempo de folga que usufruiu, e perante o ar chateado dela, conclui que há mulheres que nunca estão satisfeitas com nada...
Neste mês tão especial...
Não podia deixar de colocar aqui a Mãe que tanto me atura e que tanto bem me faz... :)
A ti, Maria, entrego a minha vida, a dos meus familiares e amigos... Pois sei que nos Amas.
Peço-te que a cada um de nós, pegues e coloques no teu regaço...
Cuida-nos a cada passo!
Fala de nós e das nossas necessidades ao Teu Filho! Sê a nossa protecção e que o calorzinho do teu carinho aqueça as nossas almas tornando-nos mais e melhores.
Em Ti e para Ti!
Fonte:
Se o acto de viver pudesse ser representado graficamente, seria algo cheio de setas. Algo como você no centro, representado por um ponto, envolto por um círculo, que seria o universo. E aí haveria uma porção de setas. Umas apontadas do universo pra você e outras partindo de você para o universo. Sim. Porque existem duas maneiras de se viver. A primeira é interferindo no mundo. A segunda é sofrendo interferências dele.
O que mais se vê por aí são pessoas que reclamam da vida. O que menos se vê são motivos para se reclamar. É óbvio que existe muita gente em situação de miséria que não possui os elementos básicos para sobreviver fisicamente nesse mundo. Porém, mesmo a galera que tem esses elementos anda sofrendo espiritualmente mesmo e achando a vida uma bosta. É aí que mora a ausência de motivos. É aí que mora a falta de setas partindo de você para o universo e o excesso de setas vindo em sua direção.
A primeira coisa a se levar em conta é que o sentido das setas é você quem determina. Você pode ter uma atitude passiva em relação a vida e se tornar vítima fácil dos supostos problemõõõõões que aparecem por aí. Ou então, pode resolver moldar a realidade ao seu redor. A segunda escolha é a mais divertida. Você pode deixar a vida simplesmente do jeito que você quiser.
O vestibular no qual você tem que passar pode te encher de setas, te deixar desanimado, depressivo, preocupado devido à dificuldade. Mas você também pode lançar as suas setas e agradecer pelo grande desafio que te foi posto à frente, focar na futura felicidade que você terá com a aprovação e, pimba, ser aprovado. Você pode reclamar devido ao seu chefe chato e encrenqueiro e perder a motivação ao ir trabalhar. Mas você pode também apreciar a situação ao saber que poderá ganhar experiência ao lidar com uma pessoa teoricamente difícil e até tentar fazer com que o chefe mala simpatize contigo, por que não?, e, tchongas, ser promovido. Você pode achar todo mundo chato, porque ninguém nunca será perfeito pra você. Ou você pode se concentrar nas coisas boas que existem em cada pessoa e, cabrum, aprender com elas. Você pode sofrer interferências. Você pode interferir.
Eu sei que tudo isso pode parecer meio teórico-bonitinho-mas-na-prática-é-diferente. Mas, não é não. É exatamente assim que funciona. A vida é do jeito que a gente quer. O que falta para as pessoas lançarem suas setas é unicamente a visualização de objetivos. Tem muita gente vivendo aí sem saber o que quer da vida e até mesmo sem saber que é preciso querer algo para se viver. E por que não sabem? Porque não pensam. O segredo é você sempre fazer análises críticas sobre tudo e chegar às suas conclusões. E aí viva de acordo com as conclusões às quais você chegou. Crie uma identidade e siga-a. Eu sou o Zé e quero ser oftamologista quando crescer pra ganhar muito dinheiro, porque pra mim dinheiro traz felicidade, mas as pessoas acham isso feio. Não importa, você não acha, então seja. Eu sou o João e quero ser professor de Física, mas meus pais acham que vou passar fome e viver sem dinheiro. Dane-se, se você faz o que gosta, será bem sucedido e o dinheiro será conseqüência. É tudo muito simples.
O tempo é curto para ficar se lamentando com coisas supérfluas. A vida é só uma. E se você acredita que tem mais de uma, eu te digo que essa aqui, essa de agora, só tem ela mesmo. Então, não desperdice, amigo. Em síntese: não seja o alvo, seja o arqueiro.
*Carta enviada de uma mãe para outra mãe no Porto, após um noticiário na TV:
De mãe para mãe...
'Vi o seu enérgico protesto diante das câmaras de televisão contra a transferência do seu filho, menor, infractor, das dependências da prisão de Custóias para outra dependência prisional em Lisboa.
Vi você queixar-se da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que passou a ter, para visitá-lo, bem como de outros inconvenientes decorrentes daquela mesma transferência.
Vi também toda a cobertura que os média deram a este facto, assim como vi que não só você, igualmente outras mães na mesma situação que você, contam com o apoio de Comissões Pastorais, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, ONG's, etc...
Eu também sou mãe e, assim, bem posso compreender o seu protesto. Quero, com ele, fazer coro. No entanto, como verá, também é enorme a distância que me separa do meu filho.
Trabalhando e ganhando pouco, idênticas são as dificuldades e as despesas que tenho para visitá-lo.
Com muito sacrifício, só posso fazê-lo aos domingos porque labuto, inclusive aos sábados, para auxiliar no sustento e educação do resto da família. Felizmente conto com o meu inseparável companheiro, que desempenha, para mim, importante papel de amigo e conselheiro espiritual.
Se você ainda não sabe, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou cruelmente num assalto a um vídeo-clube, onde ele, meu filho, trabalhava durante o dia para pagar os estudos à noite.
No próximo domingo, quando você estiver abraçando, beijando e fazendo carícias ao seu filho, eu estarei visitando o meu e depositando flores na sua humilde campa rasa, num cemitério da periferia...
Ah! Já me ia esquecendo: e também ganhando pouco e sustentando a casa, pode ficar tranquila, pois eu estarei pagando de novo, o colchão que seu querido filho queimou lá, na última rebelião de presidiários, onde ele se encontrava cumprindo pena por ser um criminoso.
No cemitério, ou na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante dessas 'Entidades' que tanto a confortam, para me dar uma só palavra de conforto, e talvez indicar quais "Os meus direitos".
Para terminar, ainda como mãe, peço "por favor":
Faça circular este manifesto! Talvez se consiga acabar com esta falta de vergonha e inversão de valores que assola Portugal e não só...
Direitos humanos só deveriam ser para "humanos direitos" !!!
Um abraço
Fernanda